Álcool segue “vitimando” nossos heróis.
Hoje em dia, vemos com menos freqüência, graças a Deus, a grande desgraça que já presenciamos há algumas décadas, o alcoolismo entre vários talentos do nosso cenário musical.
Ídolos como Raul Seixas, Elis Regina e Maysa morreram por causas diretamente ligadas ao abuso com bebidas. Outros como Cazuza e Renato Russo causaram brigas nas suas bandas, por entrarem bêbados em estúdio ou em shows.
Tudo isso para, talvez de forma inconsciente, copiar os heróis do rock inglês, também muito bêbado na época. Lá, no velho continente, também ocorreram várias mortes pelo mesmo motivo entre os músicos, e isso nos lembra a clássica frase do recém citado Cazuza: “Meus heróis morreram de overdose”.
Além disso, esse é o primeiro passo para outros vícios mais perigosos, pois abre a porta para o jovem começar a fumar cigarro que, por sua vez, causa a curiosidade necessária para o uso de outras drogas ilícitas. É assim que muitos caem no mundo do tráfico e do crime, de onde não conseguem sair sem pagar um preço, que pode ser até suas próprias vidas. Será que isso vai do ídolo para o fã? Por que quem vê um super artista bebendo no palco pode também sentir-se no direito de “encher a cara”.
Mas, atualmente, parece que os nossos ídolos aprenderam. Eles vêm preferindo trocar o álcool pela aguinha sem gás, bem mais saudável. Estamos vivendo em uma época mais responsável, claro que com algumas poucas exceções, como a inglesa Amy Winehouse, que está sempre embriagada e criando confusões, e o roqueiro gaúcho Flavio Basso, mais conhecido como Júpiter Maçã, que infelizmente ainda costuma entrar no palco bêbado.
A cantora já esteve internada várias vezes, mas parece que não tem jeito, o vício e a predisposição de ser alguém fora da realidade e dos paradigmas do mundo são mais fortes que a vontade de levar uma vida social óbvia, onde somente pessoas normais sobrevivem.
Fique com a letra da música Movido a Álcool, escrita por Raul Seixas e Cláudio Roberto, gravada por Raulzito no disco Por Quem os Sinos Dobram, de 1979, e tire sua própria conclusão. Existe ou não apologia ao álcool?
MOVIDO Á ALCOOL
Diga seu 'dotô' as novidades.
Já faz tempo que eu espero
Uma chamada do senhor.
Eu gastei o pouco que eu tinha
Mas plantei aquela cana
Que o senhor me encomendou.
Estou confuso e quero ouvir sua palavra
Sobre tanta coisa estranha acontecendo sem parar
Por que o posto anda comprando tanta cana
Se o estoque do boteco já está pra terminar?
Derramar cachaça em automóvel
É a coisa mais sem graça
De que eu já ouvi falar
Por que cortar assim nossa alegria
Já sabendo que o álcool também vai ter que acabar?
Veja um poeta inspirado em Coca-Cola,
Que poesia mais estranha ele iria expressar?
É triste ver que tudo isso é real
Porque assim como os poetas
Todos temos que sonhar.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
TERESA E O AQUÁRIO
Na Sexta Feira dia 10/04/09 tive uma experiência única nesses meus doces vinte e um aninhos de vida. Eu não vi nenhum disco voador, nenhuma cura milagrosa e muito menos um morto vivo.
É importante ressaltar que quando saí de casa, pensei estar indo simplesmente em mais uma peça de teatro que se chamava “Teresa e o Aquário”.
Mas não era só isso meus amigos.
Aquilo(sem desrespeito nenhum, por favor) era totalmente fora de qualquer paradigma, um grito de socorro, uma fuga, um delírio nunca presenciado por esse que vos escreve.
Eu, pobre homem inocente, que costumo ver teatro simplesmente por diversão, me deparei com a Teresa, seu marido louco, e seu balde(sim, o aquário era na verdade um balde), e confesso que ainda não entendi a peça(se é que tem algo para ser entendido).
Se me perguntar uma nota de zero a dez, a resposta será, para seguir no clima, a seguinte: !@??#$”.!¨&
Não entendeu? Ótimo, agora você pode entender como eu me senti depois de sair da sala Álvaro Moreira às 22h40min naquela psicodélica Sexta Feira Santa. Parabéns à toda a equipe da peça pela admirável capacidade de fazer alguém quase enlouquecer pensando no “porquê” de todas as cenas
É importante ressaltar que quando saí de casa, pensei estar indo simplesmente em mais uma peça de teatro que se chamava “Teresa e o Aquário”.
Mas não era só isso meus amigos.
Aquilo(sem desrespeito nenhum, por favor) era totalmente fora de qualquer paradigma, um grito de socorro, uma fuga, um delírio nunca presenciado por esse que vos escreve.
Eu, pobre homem inocente, que costumo ver teatro simplesmente por diversão, me deparei com a Teresa, seu marido louco, e seu balde(sim, o aquário era na verdade um balde), e confesso que ainda não entendi a peça(se é que tem algo para ser entendido).
Se me perguntar uma nota de zero a dez, a resposta será, para seguir no clima, a seguinte: !@??#$”.!¨&
Não entendeu? Ótimo, agora você pode entender como eu me senti depois de sair da sala Álvaro Moreira às 22h40min naquela psicodélica Sexta Feira Santa. Parabéns à toda a equipe da peça pela admirável capacidade de fazer alguém quase enlouquecer pensando no “porquê” de todas as cenas
Pedra de gelo
Eu acho que eu sou o cara mais feliz do mundo, tenho uma enorme força interior, e sou minha melhor companhia, mas certamente não me agrada nada a idéia de ficar sozinho por muito tempo. Sinceramente não sei por que ainda tento definir minhas idéias, eu me conheço perfeitamente, e sei que você nunca vai me entender, pois nem eu mesmo me entendo às vezes. Passo pelo dia mais emocionante e pelo mais triste como o mesmo semblante.
Não tenho mais vergonha nenhuma de me mostrar para os outros, mas meu rosto ainda fica vermelho quando a platéia me vigia com olhos críticos. Cheguei a um certo ponto que tanto faz errar ou acertar, minha cabeça já não tem tempo para identificar o que é bom ou ruim, simplesmente corro, para tentar pegar o ônibus e não chegar atrasado no trabalho, para não ser assaltado, para chegar a tempo a lugar nenhum.
E se eu já era meio frio diante da vida e suas emoções, agora posso até trocar meu nome para PEDRA DE GELO VIDAL DOMINGUES.
“A morte vem sem ninguém esperar, enquanto estamos vivos vamos aproveitar, com o tempo nós só vamos ver o que vai dar. Acorda para a vida porque um dia vai terminar...
...Olhe para a vida, e comece a viver, pois há um universo dentro de você...”
Oswaldo Vecchione
Graças a DEUS, eu levei essa frase muito a sério quando tinha 17 anos, e Viva o Made in Brazil.
Não tenho mais vergonha nenhuma de me mostrar para os outros, mas meu rosto ainda fica vermelho quando a platéia me vigia com olhos críticos. Cheguei a um certo ponto que tanto faz errar ou acertar, minha cabeça já não tem tempo para identificar o que é bom ou ruim, simplesmente corro, para tentar pegar o ônibus e não chegar atrasado no trabalho, para não ser assaltado, para chegar a tempo a lugar nenhum.
E se eu já era meio frio diante da vida e suas emoções, agora posso até trocar meu nome para PEDRA DE GELO VIDAL DOMINGUES.
“A morte vem sem ninguém esperar, enquanto estamos vivos vamos aproveitar, com o tempo nós só vamos ver o que vai dar. Acorda para a vida porque um dia vai terminar...
...Olhe para a vida, e comece a viver, pois há um universo dentro de você...”
Oswaldo Vecchione
Graças a DEUS, eu levei essa frase muito a sério quando tinha 17 anos, e Viva o Made in Brazil.
Reflexão com a Falta de Sono
Pessoas alternativas pintam o rosto, mulheres normais pintam a boca.
Homens lúcidos bebem as mágoas, pessoas alienadas saboreiam o “five tea.”
Crianças felizes raspam o joelho, e caem bastante.
Um adulto infeliz, é aquele sem cicatriz da infância.
Jovens felizes fazem algo melhor que dormir durante a noite.
Todo adulto feliz foi um jovem louco.
Homens lúcidos bebem as mágoas, pessoas alienadas saboreiam o “five tea.”
Crianças felizes raspam o joelho, e caem bastante.
Um adulto infeliz, é aquele sem cicatriz da infância.
Jovens felizes fazem algo melhor que dormir durante a noite.
Todo adulto feliz foi um jovem louco.
Lápide
As lembranças, as coisas bonitas, as descobertas, a emoção, a vida...
A juventude, a inconseqüência, a loucura, a pressa de ter tudo agora...
A maturidade, a obviedade, a mesmice, a perspectiva de crescimento...
Tudo está pronto, inclusive você, é hora de colher. A conseqüência de toda a espera.
“Aqui jaz mais um homem normal, infeliz, emocionado, feliz e derrotado.”
A juventude, a inconseqüência, a loucura, a pressa de ter tudo agora...
A maturidade, a obviedade, a mesmice, a perspectiva de crescimento...
Tudo está pronto, inclusive você, é hora de colher. A conseqüência de toda a espera.
“Aqui jaz mais um homem normal, infeliz, emocionado, feliz e derrotado.”
A mosca
Uma mosca era muito pesada, tinha nascido com quilos a mais que o normal. Ela jamais poderia voar com aquele distúrbio. Foi uma decepção entre todas as irmãs da nova mosquinha, principalmente para sua mãe.
Mas foi feito um pacto entre todas, não contar nada disso para o mais novo membro da família, para ela não se sentir inferior.
E quando a jovem mosquinha já estava em idade de voar, ela comentou que ia sair para conhecer novos campos e novos ares. Lá se foi ela, e a família toda ficou em casa esperando para receber a pobrezinha, decepcionada por não ter conseguido nem mesmo sair do chão.
E quando a “gordinha” saiu, para espanto de todas, levantou um voo certeiro, sem nem olhar para trás. Tudo isso por nunca ter sido avisada de que tinha nascido sem condições nenhumas de voar.
Mas foi feito um pacto entre todas, não contar nada disso para o mais novo membro da família, para ela não se sentir inferior.
E quando a jovem mosquinha já estava em idade de voar, ela comentou que ia sair para conhecer novos campos e novos ares. Lá se foi ela, e a família toda ficou em casa esperando para receber a pobrezinha, decepcionada por não ter conseguido nem mesmo sair do chão.
E quando a “gordinha” saiu, para espanto de todas, levantou um voo certeiro, sem nem olhar para trás. Tudo isso por nunca ter sido avisada de que tinha nascido sem condições nenhumas de voar.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Quem?
América do Sul, Brasil, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, dia 03/02/2009!
Sou simplesmente mais um entre os milhões, cada um buscando seu espaço nesse século. Nessa cidade, nessa vida corrida.
Será que não seria mais emocionante deixar tudo e viver só para ouvir meu rock'n roll?
Não, claro que não. Daí vou morrer sonhando com os Beatles, o Jim Morrison, e o festival de Woodstock!
A final, quem são esses heróis?
Caaaaaaaaaaalma, não precisa exagerar!
Preciso encontrar um ponto comum, o famoso meio termo!
O sonho não pode acabar, mas também preciso viver a realidade!
Nascer, crescer, se reproduzir e morrer. Muito cru e cruel, porém realista!
Sexo, paz, amor, e rock'n roll. Viver só disso. Sonho inalcansável!
Lennon está morto há quase 30 anos, e aqueles dois dedinhos que antes lembravam paz, agora me lembram mais o "V de vitória" dos nossos queridos políticos"...
O que fazer?
Conclusão: Trabalhar pra ganhar 600 pila(onde não quero dizer, tenho vergonha), e comprar meu Bob Dylan importado, que vai ser minha próxima aquisição! É o primeiro disco dele, deve ser tri bom.
E continuar sonhando, sonhando, sonhando....
"Sim Senhor, mais alguma coisa?"
Sim, o novo álbum do Metallica!
Sou simplesmente mais um entre os milhões, cada um buscando seu espaço nesse século. Nessa cidade, nessa vida corrida.
Será que não seria mais emocionante deixar tudo e viver só para ouvir meu rock'n roll?
Não, claro que não. Daí vou morrer sonhando com os Beatles, o Jim Morrison, e o festival de Woodstock!
A final, quem são esses heróis?
Caaaaaaaaaaalma, não precisa exagerar!
Preciso encontrar um ponto comum, o famoso meio termo!
O sonho não pode acabar, mas também preciso viver a realidade!
Nascer, crescer, se reproduzir e morrer. Muito cru e cruel, porém realista!
Sexo, paz, amor, e rock'n roll. Viver só disso. Sonho inalcansável!
Lennon está morto há quase 30 anos, e aqueles dois dedinhos que antes lembravam paz, agora me lembram mais o "V de vitória" dos nossos queridos políticos"...
O que fazer?
Conclusão: Trabalhar pra ganhar 600 pila(onde não quero dizer, tenho vergonha), e comprar meu Bob Dylan importado, que vai ser minha próxima aquisição! É o primeiro disco dele, deve ser tri bom.
E continuar sonhando, sonhando, sonhando....
"Sim Senhor, mais alguma coisa?"
Sim, o novo álbum do Metallica!
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